O projeto

No dia 11 de dezembro de 2015, o músico mineiro João Carvalho lançou o álbum Dilúvio, mais recente obra de seu projeto musical Sentidor. A V5 desenvolveu a assessoria de imprensa para o lançamento do trabalho. 

Dilúvio (2015)

Não é por acaso que um projeto como este se chama “Sentidor”. Se a música é o sentido básico do trabalho do mineiro João Carvalho, a produção do artista ganha caráter sinestésico mesmo quando não se associa diretamente – como é, aliás, bastante comum – a outras linguagens artísticas, especialmente ao vídeo.A música do Sentidor, por si só, já carrega diferentes camadas de memórias, e isso não é uma metáfora. O músico lança mão de toda sua produção ressignificando-a e, a partir de samples, compõe uma trilha sonora de nossa própria imaginação.

As possibilidades tecnológicas atuais facilitaram de tal forma o processo de criação e produção de um trabalho como este, essencialmente eletrônico, que um músico como João Carvalho, do alto de seus 21 anos, lança agora seu 6º álbum.

Dilúvio é um disco que ficou durante mais de um ano esperando para ser finalizado. É um disco instrumental sobre sonhos, símbolos, arquétipos e sentimentos inexplicáveis. Formado por 10 faixas, o projeto foi realizado de forma independente. Na faixa “Olívia” o poema é de autoria da poetisa Marccelie Machado, samples do poema “O Forte” do vídeo Toda Poesia; os samples de “Anima Animus”, “Mantra do Caminho dos Sonhos” e “Os Alquimistas” foram retirados de vídeos escolhidos aleatoriamente no youtube e os demais de seu acervo pessoal. Os vocais, guitarra, baixo e programações eletrônicas foram executadas pelo próprio músico, assim como fotos e ilustrações do álbum.

 


Assessoria de Imprensa

 

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Conheça mais

Sentidor

Projeto audiovisual experimental do músico mineiro João Carvalho criado no ano de 2012. Elementos eletrônicos, regionais e poesia, expressão de sonhos, devaneios e trilhas sonoras acidentais. Em quatro anos de plena atividade na cena independente de Belo Horizonte – com cinco álbuns lançados desde então, desenvolveu criações conjuntas com músicos como Barulhista, Jonathan Tadeu, Daniel Lucas (selo Frente Bolivarista e Pigmalião), Tomodachi e Cloud Whale, tendo co-produzido também o projeto SIBÖ, uma produção virtual com o projeto  Nillo (Costa Rica), lançada pelo selo SUPOLOLO – voltado para música eletrônica e experimental produzida na América Latina.

Para criar o som que define como eletrônico e orgânico, aposta no uso de equipamentos e recursos criativos analógicos e manuais. As músicas são escritas em um processo de improviso, e sua produção digital – exceto guitarras e vozes que são gravadas analogicamente. A composição acontece camada por camada – através de computadores, sintetizadores, teclados, pads ou sensores,  quase sem ajustes para se registrar o mais fiel possível do que seria um impulso.