Sobre o projeto

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Duas mulheres em meio ao movimento hippie dos anos 70 se unem pelo sonho de liberdade. Luhli e Lucina vivem em uma comunidade alternativa a experimentação musical radical e se tornam pioneiras no cenário independente brasileiro. Do violão aos tambores artesanais que elas mesmas constroem e tocam, dizem não às gravadoras e mergulham na criação artística e nas raízes afro-indígenas da umbanda. As duas vivem em trisal com o companheiro e fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, que registra tudo em filmes super 8mm. O material unido a registros independentes de shows da dupla e a filmagens atuais, recriam o universo espírito-musical num filme sobre música, amor e liberdade.

Luli Lucina 03Foto: Luiz Fernando Borges da Fonseca

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Cantoras, compositoras e multi-instrumentistas, Luhli e Lucina fizeram mais de 800 composições e representam um papel fundamental na MPB, marcada por mulheres intérpretes de grandes compositores homens. Entre os intérpretes da dupla estão artistas como Nana Caymmi, Tetê Espíndola, Zélia Duncan e especialmente Ney Matogrosso, que entre muitas de suas canções gravou “Bandoleiro”, “O Vira” e “Fala”.

A trajetória dessas mulheres é tão singular quanto sua música. Elas não foram uma dupla musical apenas, formaram juntas também uma família, ao lado do fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca. Surge ali uma união em uma vida alternativa em comunidade, intensa e criativa, permitindo uma pesquisa musical de raízes e das forças da natureza, com repertório eclético, folk e brasileiro, e com o estudo da música de umbanda.

Luli Lucina 02Foto: Luiz Fernando Borges da Fonseca

Yorimatã é o primeiro longa‐metragem dirigido por Rafael Saar, uma coprodução Imagem-Tempo, Dilúvio, Tela Brasilis e Canal Brasil, com patrocínio da Riofilme. Reúne, além de filmagens atuais com cenas, shows e depoimentos das artistas, encontros musicais com Ney Matogrosso, Joyce Moreno, Gilberto Gil, Tetê Espíndola, Alzira E., Zélia Duncan, Antonio Adolfo, Luiz Carlos Sá, dentre outros; e o vasto material de arquivo recuperado para o projeto, que inclui filmes raros em super‐8mm como shows e momentos familiares de Luhli e Lucina.

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Após ter estreado em Outubro de 2014 na Mostra Internacional de São Paulo, onde ficou entre os 10 filmes mais votados pelo público, o filme foi exibido em mais de 20 festivais importantes no Brasil e no exterior, e ganhou diversos prêmios como o de Melhor Filme pelo Júri Oficial e pelo Voto do Público no In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical.

A história de Luhli & Lucina merece ser contada pelas salas de cinema de todo o país e com sua ajuda conseguirá!

O filme parece ter seu destino traçado já neste momento e a história cumpre o ciclo. 40 anos depois, questões como o feminino, a diversidade sexual, uma família diversa e a umbanda são ainda discussões contemporâneas e tabus que travam a distribuição comercial deste documentário. A saída coerente e possível para que o filme chegue às salas de cinema no Brasil é inspirada na própria história e carreira de Luhli e Lucina: a distribuição independente.

 

Esta campanha de financiamento coletivo foi criada para produção das cópias do documentário, sua distribuição, criação de materiais gráficos e para que façamos a divulgação.

As recompensas permitem que os colaboradores tenham acesso a conteúdos exclusivos, ingressos, convites para a pré-estreia, CDs da dupla, cartazes autografados, participação em um videoclipe, tambores artesanais feitos especialmente por Luhli e uma oficina de musicalização – “Ritmos Construtores”, com Lucina.

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Com mais de 800 canções que passeiam pelo folk, rock hippie, bossa nova, música caipira, samba, pontos de umbanda, cantos indígenas e uma vida pessoal abertamente libertária, a dupla Luhli & Lucina não se encaixava em padrões. Não aceitam concessões às gravadoras e ao público que teve o gosto forjado pelas companhias e proclamam sua independência artística. Se tornam pioneiras na música independente nacional – sendo, após Antonio Adolfo e Danilo Caymmi, as primeira mulheres a produzirem e distribuírem sem próprio LP, “Luli & Lucinha”, em 1979 – e seguiram no caminho autoprodutivo até os dias de hoje em suas carreiras solo.

Luli Lucina 01Foto: Luiz Fernando Borges da Fonseca

Visionárias, seu segundo disco “Yorimatã – Amor de Mulher”, de 1981, foi feito através de uma “vaquinha” chamada “Canção entre amigos”: o público comprava antecipadamente os LPs que seriam entregues após o financiamento coletivo que divulgavam em seus shows.

Contamos com o apoio de vocês!

 

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FESTIVAIS
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 2014, Brasil
Semana dos Realizadores, 2014, Brasil
Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, 2014, Cuba
Mostra do Filme Livre, 2015, Brasil
In-Edit – 7 Festival Internacional do Documentário Musical, 2015, Brasil
Rio Festival Gay de Cinema, 2015, Brasil
Pirenópolis.Doc, 2015, Brasil
CineMúsica, 2015, Brasil
Festival MIMO, 2015, Brasil
Barcelona In-Edit Beefeater Festival, 2015, Espanha
For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, 2015, Brasil
XXX Festival del Cinema Latino Americano de Trieste, 2015, Itália
Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades, 2015, Brasil
Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, 2015, Brasil
Forumdoc.BH – Festival do Filme Documentário e Etnográfico, 2015, Brasil
MUVI Lisboa – Festival Internacional de Música no Cinema, 2015, Portugal
Close – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual, 2015, Brasil
FestCineAmazônia, 2015, Brasil
Festival de Cine y Documental In-Edit Nescafé, 2015, Chile
34˚ Oficina de Música de Curitiba, 2016, Brasil
6˚ Cinemavvenire Film Festival, 2016, Itália

Prêmios
Melhor Filme – Júri Oficial – In-Edit Brasil 2015
Melhor Filme – Voto do Público – In-Edit Brasil 2015
Prêmio de Pesquisa – Pirenópolis.doc 2015
Prêmio Delart – CineMúsica 2015
Menção Honrosa – Festival Mix Brasil 2015

 

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Oficina de “Ritmos construtores”
Temos um ritmo interno que pulsa em nosso corpo e nos motiva à ação. O som do tambor nos fala diretamente ao inconsciente. Os Pontos e os toques atuam sobre todo o contexto energético ao redor, energizando, limpando e harmonizando o ambiente e as pessoas presentes. São um poderoso instrumento transformador tanto para o nosso estado de espírito como o de um grupo. A oficina acontecerá no Rio de Janeiro e apoiadores de outras cidades que queiram participar devem arcar com suas despesas de hospedagem e transporte.

A seguir a lista de cidades em que prevemos o lançamento de “Yorimatã”.
Rio de Janeiro-RJ, Niterói-RJ, São Paulo-SP, Recife-PE, Salvador-BA, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Curitiba-PR, Florianópolis-SC, Goiânia-GO, Brasília-DF, Campinas-SP, Fortaleza-CE, Vitória-ES, São Luís-MA, Volta Redonda-RJ, Belém-PA, Aracaju-SE, Palmas-TO, Caxias do Sul-RS
Informações para imprensa ou se você tem alguma sugestão ou pedido para o filme em sua cidade escreva para:

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